Texto de Ana Carla Fonseca Reis para o portal Cultura e Mercado
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Continue lendo: Economia Criativa – e agora, José?
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Acaba de ser formalizada a Secretaria da Economia Criativa, voltada a um tema que conquista o mundo desde sua emergência na Austrália, em 1994 e sua adoção como política de Estado no Reino Unido, em 1997. No Brasil, a proposta desembarcou em 2004, pelas mãos do Embaixador Rubens Ricupero, quando Secretário-Geral da UNCTAD. Desde então, grupos empresariais, pesquisadores, economistas e governantes estaduais e municipais vêm ladrilhando a trilha da economia criativa, demonstrando seu potencial como estratégia de desenvolvimento, sensibilizando a sociedade civil e produzindo estudos e ações.
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Comentário: A Economia Criativa representa, de fato, uma ótima oportunidade para valorizar e impulsionar a diversificação da economia em condições de favorecer o desenvolvimento em diferentes campos e setores do mercado, assim como o próprio desenvolvimento social. Neste caso, porém, como nos diz o texto de Ana Carla, é fundamental a articulação entre governos, sociedade e mercado. Só assimpode-se evitar que se torne mais um vetor de favorecimento de grandes corporações e de concentração de riqueza e fator de desigualdade de oportunidades. Se prevalecer o foco na defesa de marcas e patentes e direitos patrimoniais, como nos aponta a atual gestão do MinC, já podemos prever quais serão os rumos da Economia Criativa no Brasil.
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