Da revista Carta Capital
Por Antonio Luiz M. C. Costa
O derretimento acelerado do Ártico se une às evidências cada vez mais impressionantes e convincentes do aquecimento global
Foto - Roy Philippe / AFP
No campo cientifico, os alarmes não param, porém, de disparar. O último foi o anúncio pela NASA de que a camada de gelo do Oceano Ártico, em 26 de agosto, derreteu para 4,1 milhões de quilômetros quadrados, o menor tamanho já visto desde que ela começou a ser monitorada por satélite e tinha 7 milhões, em 1979, e deve encolher ainda, pois o auge sazonal do derretimento é em meados de setembro.
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