A Agenda Pacto Global é uma iniciativa das Nações Unidas que tem como objetivo:
"...mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas práticas de negócios, de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção refletidos em 10 princípios"
Os dez princípios são divididos em 4 eixos:
- Direitos Humanos;
- Trabalho;
- Meio Ambiente;
- Combate à Corrupção.
No caso brasileiro, é de contribuição importante para a efetivação de um modelo de desenvolvimento diferente daquele que experimentamos até aqui, alicerçado em grande parte através da concentração de renda, exclusão social, degradação ambiental, corrupção político-empresarial.
O inverso deste modelo, o objetivo na busca por um outro desenvolvimento, sustentável do ponto de vista socioambiental, menos desigual, mais justo, ético e que respeite padrões civilizatórios reconhecidos internacionalmente, deve necessariamente envolver os mais diversos setores sociais em âmbito nacional.
A comunidade empresarial a partir de suas estruturaras corporativas e lideranças tem um papel importante a desempenhar para a realização desses objetivos e metas estabelecidas pelo Pacto Global. Porém, não será possível avançar de forma a consolidar esta ação se não buscarem a articulação com a sociedade civil de forma geral e com instâncias governamentais. É justamente aqui, na Governança Social Integrada que se encontram os maiores desafios a serem superados, mas também as maiores potencialidades.
Existem inúmeras iniciativas em projetos e programas de responsabilidade social corporativa, desenvolvimento local e sustentabilidade socioambiental que envolvem empresas, comunidades, organizações da sociedade civil e instituições públicas. Mas falta avançar no sentido de transformar bons projetos, com resultados satisfatórios em programas e políticas que consolidem ações para que os objetivos do Pacto sejam de fato realizados. Basta um simples olhar sobre os retrocessos nos dois primeiros eixos (Direitos Humanos e Trabalho) para entender a extensão das dificuldades.
No que diz respeito à proteção e promoção dos Direitos Humanos no Brasil, observa-se que continuamos com altos índices de casos de trabalho análogo à escravidão e abuso de mão de obra infantil. Neste, em particular, não conseguimos cumprir em 2016 a meta firmada junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT) de erradicar "as piores formas de trabalho infantil.
Há também grandes contradições em termos de retrocessos na legislação trabalhista com as reformas que tramitam no Congresso Nacional. As mudanças que preveem alterações substanciais na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e Previdência Social, sem o devido debate franco e honesto com ampla participação social, tende a enfraquecer ainda mais as garantias sociais aos trabalhadores, o que choca-se frontalmente com a proposta das Nações Unidas de não retroceder em direitos adquiridos à população.
Como se vê, o desafio é gigantesco. Tornando-se urgente um esforço amplo no sentido da mobilização de toda a sociedade para a superação dos obstáculos à frente e na busca de um futuro com maior crescimento com sustentabilidade e justiça social. Sem este esforço e sem um entendimento profundo dos entraves a superar, dificilmente os objetivos do Pacto Global encontrarão êxito entre nós.
A comunidade empresarial a partir de suas estruturaras corporativas e lideranças tem um papel importante a desempenhar para a realização desses objetivos e metas estabelecidas pelo Pacto Global. Porém, não será possível avançar de forma a consolidar esta ação se não buscarem a articulação com a sociedade civil de forma geral e com instâncias governamentais. É justamente aqui, na Governança Social Integrada que se encontram os maiores desafios a serem superados, mas também as maiores potencialidades.
Existem inúmeras iniciativas em projetos e programas de responsabilidade social corporativa, desenvolvimento local e sustentabilidade socioambiental que envolvem empresas, comunidades, organizações da sociedade civil e instituições públicas. Mas falta avançar no sentido de transformar bons projetos, com resultados satisfatórios em programas e políticas que consolidem ações para que os objetivos do Pacto sejam de fato realizados. Basta um simples olhar sobre os retrocessos nos dois primeiros eixos (Direitos Humanos e Trabalho) para entender a extensão das dificuldades.
No que diz respeito à proteção e promoção dos Direitos Humanos no Brasil, observa-se que continuamos com altos índices de casos de trabalho análogo à escravidão e abuso de mão de obra infantil. Neste, em particular, não conseguimos cumprir em 2016 a meta firmada junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT) de erradicar "as piores formas de trabalho infantil.
Há também grandes contradições em termos de retrocessos na legislação trabalhista com as reformas que tramitam no Congresso Nacional. As mudanças que preveem alterações substanciais na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e Previdência Social, sem o devido debate franco e honesto com ampla participação social, tende a enfraquecer ainda mais as garantias sociais aos trabalhadores, o que choca-se frontalmente com a proposta das Nações Unidas de não retroceder em direitos adquiridos à população.
Como se vê, o desafio é gigantesco. Tornando-se urgente um esforço amplo no sentido da mobilização de toda a sociedade para a superação dos obstáculos à frente e na busca de um futuro com maior crescimento com sustentabilidade e justiça social. Sem este esforço e sem um entendimento profundo dos entraves a superar, dificilmente os objetivos do Pacto Global encontrarão êxito entre nós.

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